quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Alunos ensinam tecnologias aos professores

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O modelo de ensino da Finlândia é considerado um dos melhores do mundo e a sua vertente inovadora permite apostar em géneros de educação bem diferentes. Desta vez, é notícia que nestas escolas os papéis estão a ser invertidos, com os alunos a ensinarem os professores em temas como a tecnologia de informação e comunicação.

À BBC, Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, em Vantaa, explica que “as crianças e adolescentes aprendem a lidar com novas tecnologias e aplicações de maneira muito mais rápida do que nós, adultos”, principalmente por não terem “medo de tentar coisas novas”.


                              

Ciência em Linha em Gondomar

O projeto "Ciência em Linha" foi apresentado no 9º Encontro de Bibliotecas Escolares de Gondomar que decorreu na Escola Secundária de Rio Tinto, no dia 17 de maio de 2014.

Ciência em Linha

Apresentei, no dia 7 de dezembro de 2014, o projeto Ciência em Linha no 7º Encontro de Bibliotecas que decorreu na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco integrado no painel "A Biblioteca Escolar e os novos ecrãs", moderado pela professora bibliotecária Maria José Pereira.

domingo, 26 de novembro de 2017

Da biblioteca híbrida à biblioteca ubíqua


Dinamizei, ontem, o workshop "Da biblioteca híbrida à biblioteca ubíqua" na Escola Camilo Castelo Branco em Famalicão,  no âmbito do X Encontro de Bibliotecas de Famalicão que decorreu no dia 24 e 25 em Vila Nova de Famalicão.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Telemóvel é uma ferramenta extraordinária numa sala de aula

David Sousa, vice-presidente da Associação Nacional de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), defende, em entrevista na TVI24, que os "smartphones" têm um potencial enorme para o ato educativo.

domingo, 19 de novembro de 2017

Mais atenção a quem se esforça por aprender a ler

Uma entrevista a não perder...

É importante o leitor sentir o que sentem as personagens?
É muito importante. Os leitores devem partilhar as emoções com as personagens da história que estão a ler. Se uma personagem está preocupada, o leitor deve ficar preocupado; se a personagem está em perigo, o leitor deve sentir o coração a bater mais depressa; os leitores devem estar, de certa forma, apaixonados pelas personagens. Se a história é assustadora, o leitor deve sentir (olha para a direita e para a esquerda), deve sentir medo [risos]. É isso que importa e é isso que nos envolve com a história de forma a não querermos que o livro acabe depressa. Queremos continuar. E o melhor é quando o leitor acaba o livro e pensa: “Quando é que vou poder ler mais um livro como este?”.
(...)
Voltemos ao tema dos livros longos. Preocupa-o que um livro longo afaste leitores? Os hábitos de leitura das novas gerações preocupam-no, estarão as crianças a ler menos?
Não penso que as crianças estejam a ler menos. Não acho que as gerações mais novas tenham perdido hábitos de leitura. Olhe para o caso do fenómeno “Harry Potter”, milhões de miúdos em todo o mundo ficaram loucos com os livros. E isso foi porque a J. K. Rowling escreveu livros fantásticos, histórias fantásticas. Darmos boas histórias aos miúdos é a única forma de os pormos a ler. Com os adultos passa-se o mesmo. Se os livros são chatos, ninguém vai querer lê-los. Se forem interessantes, vão querer. Eu sei que um tweet tem 140 carateres, não é? E é disso que as pessoas gostam, coisas muito curtas. Mas essa afirmação não é totalmente verdadeira e prova disso são os meus livros. Se um livro é interessante as pessoas não se importam que ele seja grande. Podem demorar um mês ou dois a lê-lo... mas, se estão a gostar do livro, fico feliz. Portanto, não creio que seja verdade que as pessoas leiam menos. O que acho é que muitas crianças têm dificuldades de aprendizagem na leitura. Muitas crianças sofrem de dislexia o que dificulta a leitura. Temos de passar a dar mais atenção a essas crianças porque elas precisam de uma ajuda extra. Fui presidente de uma instituição de caridade, durante uns tempos, chamada Dislexia Action, que ajudava as crianças. As pessoas que leem pouco são, muitas vezes, pessoas que nunca aprenderam a ler convenientemente. E é um grande azar sofrer de dislexia porque a leitura vai ser mais difícil, muito mais, uma criança com dislexia tem de trabalhar mais do que as outras. Mas um disléxico pode aprender a ler e até pode vir a ler com facilidade e ganhar prazer na leitura. É por isso que acho que temos de prestar mais atenção e gastar mais dinheiro na educação das crianças que têm dificuldades em aprender a ler. Eu não era assim. Para mim... Eu era um desses miúdos que achavam que ler era muito fácil, aprendi a ler antes de entrar para a escola. Mas muitos miúdos têm dificuldades na leitura e não é por serem menos inteligentes... É porque... eles acham tão difícil ler como eu acho difícil desenhar um cavalo, por exemplo. Se me disser “Ou desenha um cavalo ou mato-o”, eu respondo: “Mate-me, já!”. Nunca serei capaz de desenhar um cavalo. Por isso, temos mesmo de dar mais atenção aos que se esforçam por aprender a ler. Fora este fator, não acredito que as pessoas tenham deixado de ler. Muitos jovens leem os meus livros e recebo e-mails e tweets e mensagens no Facebook onde me dizem “Adorei o seu livro”.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A biblioteca digital e a sua gestão


Dinamizei, hoje, nas VII Jornadas da Rede de Bibliotecas da Maia a oficina "A biblioteca digital e a sua gestão".

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Descongelar Já


A secretária de Estado Adjunta e da Educação prometeu hoje no parlamento que vai ser feita “uma contagem do tempo de serviço” dos professores de forma faseada, que será negociada com os sindicatos.

“Vai haver uma forma de a contagem da carreira docente ser, de alguma forma, recuperada. Veremos com os sindicatos com que faseamento”, confirmou a secretária de Estado Alexandra Leitão, durante a audição que está a decorrer no parlamento no âmbito do debate da proposta de Orçamento do Estado de 2018 na especialidade.
(...)
O primeiro-ministro afirmou na terça-feira que o cronómetro da carreira dos professores vai voltar a contar para efeitos de progressão, lembrando, no entanto, que a reposição imediata e total dos anos de congelamento custaria 650 milhões de euros.
Hoje, no parlamento, Alexandra Leitão reafirmou essa decisão em resposta à deputada do PSD Nilza de Sena, que tinha criticado a decisão de não contabilizar os nove anos de serviço em que a progressão de carreira esteve congelada, dizendo que “não é assim que se fazem as coisas”.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

App Ler +


O Portal da Literatura apresenta-lhe a sua nova aplicação para dispositivos móveis: Ler+. Toda a informação actualizada sobre literatura na palma da sua mão. Autores, livros, notícias.

Dica: Procurar no Google Play: Portal da Literatura.
Android e iOS - Grátis.

domingo, 12 de novembro de 2017

Acelerar a utilização do digital na escola

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Porto Editora e Samsung firmam parceria e criam solução educativa integrada que alia manuais e conteúdos digitais para os ensinos Básico e Secundário. Alunos e professores ganham novas ferramentas de trabalho viradas para as novas tecnologias.
(...)
Neste sentido, alunos e professores passam a dispor das principais ferramentas de ensino-aprendizagem em formato digital, bem como de conteúdos multimédia interativos motivadores e promotores do sucesso educativo. A utilização dos manuais e conteúdos é feita em ambiente controlado e gerido pelo software integrado. O professor tem sempre o controlo deste processo. 


A solução inovadora chama-se EV360, dirige-se a estabelecimentos de ensino, professores e alunos, e assenta no dispositivo Samsung TAB A com S Pen, no software de gestão de sala de aula Samsung School e no acesso aos manuais digitais do universo Porto Editora e à plataforma de e-learning Escola Virtual.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Ler é uma prioridade

A comissária do Plano Nacional de Leitura diz que LER deve ser uma prioridade como a saúde ou a construção de estradas. O novo Plano de Leitura foi apresentado com novas tecnologias e é destinado também aos adultos.

Ver aqui

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

As escolas têm condições para ambientes digitais inovadores?

Há escolas com quadros interativos, computadores com Internet, novas formas de expor matérias. E há outras que não têm essas condições. O Ministério da Educação quer ambientes educativos inovadores que estimulem a aquisição de competências em várias áreas. Estarão as escolas preparadas para essas mudanças?
(...)
Ainda não foi no início deste ano letivo que a transição do papel para o digital se concretizou. O Ministério da Educação (ME) assumiu que não havia condições para avançar com os manuais digitais e anunciou o arranque de uma avaliação nas escolas, no sentido de perceber de que forma a medida poderá ser colocada em prática. A tutela quer então apalpar o pulso à realidade dos estabelecimentos de ensino. 

Índice de leitura em Portugal


Que somos um país de poetas já todos sabemos. Mas será que lemos tanto quanto escrevemos? A realidade entre aquilo que se edita e aquilo que a população lê é muito diferente. E, sobretudo, coloca-nos na cauda da Europa no que respeita a hábitos de leitura. Quem lê ?

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Recursos didáticos para professores


Um conjunto alargado de materiais de apoio ao trabalho do professor - guiões, videotutorias, jogos e materiais interativos podem ser encontrados AQUI.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Khan Academy em Português


Conheça todas as funcionalidades da plataforma Khan Academy em Português neste vídeo, no site da Fundação Portugal Telecom ou solicite um workshop gratuito de apresentação para o seu Agrupamento de Escolas.

plataforma Khan Academy em português integra 12.500 exercícios práticos interativos e mais de 1.000 vídeos de Matemática do ensino básico. Promove uma aprendizagem lúdica e personalizada, pois à medida que cada aluno evolui ao seu ritmo próprio vai ganhando pontos e medalhas!

domingo, 15 de outubro de 2017

Recursos digitais de apoio ao currículo

No portal das escolas encontram-se disponíveis um conjunto de 117 recursos educativos digitais de apoio ao currículo destinados a alunos desde o pré-escolar até ao 12.º ano de escolaridade.

Organizados por área curricular a sua pesquisa pode efetuar-se também por ano de escolaridade.



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Oktapodi

Curta-metragem que nos ajuda a trabalhar com os nossos alunos a amizade, o esforço, o carinho, etc.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O que faz um bom professor?

O que faz um bom professor? Aos olhos dos alunos podem ser gestos simples. Desses que não constam nas grelhas de observação. Ou são reconhecidos anos mais tarde, já a escola ficou para trás. Em tempos conturbados para educação, os professores reclamam mais atenção ao trabalho que fazem dentro e fora da sala de aula, e que nem sempre é visível, ou dificilmente conta para a avaliação. 

Tendo na mira o Dia Mundial do Professor, celebrado a 5 de outubro, o EDUCARE.PT recolheu testemunhos marcantes sobre docentes que fizeram a diferença. Esteve também à conversa com sociólogos na área da educação para entender a evolução histórica da carreira docente, e perceber como se revaloriza a profissão, sendo certo para os professores que nunca se sentiram tão desvalorizados.


Fronteiras XXI (I) - Episódio 8 - RTP Play - RTP

Fronteiras XXI (I) - Episódio 8 - RTP Play - RTP


domingo, 24 de setembro de 2017

A educação devia ser um direito de todos

A UNICEF lançou este vídeo para nos lembrar dos 27 milhões de crianças que não frequentam a escola por viverem em zonas de conflito. A educação devia de ser um direito de todos, mas não é.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O livro é para usar

Os hábitos de leitura sofrem com as novas tecnologias? A relação do livro com os mais novos está a mudar? O que se pode fazer? Como devem ser usados os manuais escolares? Sublinhar ou não sublinhar? Jorge Ascenção, Manuel Pereira, Filinto Lima e Paulo Guinote partilham as suas opiniões sobre estes assuntos. Fonte

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Ambientes Educativos Inovadores

Portaria Pessoal Não Docente

A Portaria nº 272-A/2017 regulamenta os critérios e a respetiva fórmula de cálculo para a determinação da dotação máxima de referência do pessoal não docente, por agrupamento de escolas ou escolas não agrupadas. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Pedagogias para as próximas décadas

Apresentação feita, pelo professor universitário, António Dias de Figueiredo, da Universidade de Coimbra, na abertura do I Encontro Regional de Tecnologias na Educação, Ponta Delgada em 8/09/2017.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Entre o papel e o digital - aprender português



Tema do MIBE 2017



Tema para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar: "Ligando Comunidades e Culturas".


Este ano o foco está na ideia de que o MIBE liga comunidades (comunidades de aprendizagem de todos os tipos e as nossas próprias comunidades sociais) e culturas de todo o mundo enquanto compartilhamos o nosso amor pelas bibliotecas escolares e mostramos algumas das atividades maravilhosas que se realizam nas nossas bibliotecas.

sábado, 12 de agosto de 2017

Principais mudanças para o novo ano escolar

O novo ano escolar vai começar entre 7 e 13 de setembro e há temas que continuarão na agenda educativa. A municipalização, essa transferência de competências do poder central para as câmaras municipais em matérias educativas, promete aquecer. Há uma forte resistência a estas alterações. Apesar de a tutela ter garantido que a contratação de docentes continuará sob a sua alçada, há responsáveis por escolas e estruturas sindicais que temem que as escolas percam autonomia e fiquem sujeitas aos jogos político-partidários. A legislação da Educação Especial terá mexidas, o diploma com as alterações está em consulta pública até ao final de agosto e há algumas reservas sobretudo quanto a uma eventual redução de recursos humanos. As regras de acesso ao Ensino Superior poderão mudar, há algumas propostas nesse sentido, e o tema deverá ter desenvolvimentos durante o próximo ano letivo.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Ajudas de custo

No sentido de garantir a uniformização de procedimentos a adotar pelas AE/ENA em matéria de deslocações em território nacional realizadas pelos trabalhadores por motivo de serviço público, com particular enfoque para o procedimento-regra autorizativo a levar a cabo, procede-se à emissão das seguintes orientações: ( a ler com atenção)

Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória 2017

sábado, 1 de julho de 2017

Livro de reclamações online


A partir de 1 de julho, já podemos escrever no livro de reclamações online. Numa primeira fase só vai ser possível apresentar queixa sobre os serviços públicos essenciais (eletricidade, gás natural, água e resíduos, comunicações eletrónicas e serviços postais), mas a ideia é alargar a toda a atividade económica.

Pode aceder ao livro de reclamações.

Circular OAL 2017-2018

Foi publicada a circular da organização do ano letivo 2017-2018.

Permutas 2017-2018

Já foi publicada a portaria 172/2017 que define as condições em que pode ser autorizado o recurso à permuta pelos professores.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Calendário escolar 2017/2018

Foi publicado no dia 22 de Junho de 2017 o Despacho n.º 5458-A/2017 – Diário da República n.º 119/2017, 1º Suplemento, Série II de 2017-06-22 que determina a aprovação dos calendários, para o ano letivo de 2017-2018, dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, dos estabelecimentos particulares de ensino especial, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário.




segunda-feira, 19 de junho de 2017

Os testes servem para replicar conteúdos...

O IAVE analisou desempenhos de alunos do secundário nos exames nacionais aplicados entre 2010 e 2016. As maiores dificuldades estão na capacidade de aplicar conhecimentos a novas situações e nos exercícios que fogem da rotina. O Instituto de Avaliação Educativa sugere abordagem alternativa que não passe por treinar para os testes.

Há conclusões que se destacam. Os estudantes do secundário são capazes de replicar conteúdos e aplicar estratégias de resolução rotineiras, quando é esse o objeto de avaliação. As maiores dificuldades sentem-se na capacidade de síntese, de crítica, na resolução de problemas e na capacidade de aplicar conhecimentos a novas situações. Ou seja, sobretudo nas partes que exigem operações cognitivas de nível superior. As conclusões reforçam, de certa forma, a consistência de informações de documentos anteriores, mas agora apresentam uma “maior robustez empírica”. 

(...)
Há mais complicações no Português, na mobilização de terminologia metalinguística quando se avaliam conhecimentos no domínio do funcionamento da língua. Os desempenhos melhoram quando os conteúdos que saem nos exames foram avaliados em provas anteriores e trabalhados repetidamente em sala de aula. Na escrita, há estabilidade nos resultados que são mais fracos na forma do que no conteúdo, sobretudo nos itens de resposta restrita. 

domingo, 11 de junho de 2017

Os chumbos podem ser uma oportunidade...


Estudo conclui que o défice de competências na leitura é a principal causa dos chumbos no 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico. A maioria dos professores inquiridos refere que as repetências têm vantagens na consolidação das aprendizagens. A desmotivação dos alunos é o maior problema.
(...)
Os autores do estudo fazem algumas recomendações. Desde logo, afirmam que é fundamental reconhecer que há um problema no ensino da leitura, que tem uma expressão preocupante nos primeiros anos de escolaridade e que os seus efeitos negativos se prolongam nos percursos escolares e no desempenho dos alunos. A palavra de ordem é prevenir, ou seja, identificar os problemas de aprendizagem, diagnosticar, conhecer para intervir precocemente. 


Há várias ferramentas à disposição de quem ensina como a rede de bibliotecas e o Plano Nacional de Leitura, que podem ajudar em dinâmicas de apoio às escolas e aos professores nas atividades relacionadas com a leitura. Por outro lado, sugere-se no estudo que é importante desenvolver instrumentos de diagnóstico e de intervenção precoce com base em experiências e projetos que já existam nas escolas, bem como acompanhar, de forma continuada, os agrupamentos com elevados níveis de insucesso nos primeiros anos de aprendizagem, incentivando a definição de estratégias e de planos de ação para resolver problemas. Debater a questão das repetências em vários setores da sociedade também é importante. 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Juntar e reduzir um PDF

Nas reuniões mensais foram apresentadas duas ferramentas que permitem reduzir o tamanho do pdf e juntar dois ou mais pdf(s) num só:







segunda-feira, 29 de maio de 2017

13º Encontro Lusófono da Trofa

Representei a Rede de Bibliotecas Escolares, no dia 27 de maio, na sessão de abertura do 13º Encontro Lusófono de Literatura Infanto-Juvenil / XVII Feira do Livro




terça-feira, 23 de maio de 2017

terça-feira, 16 de maio de 2017

Voltemos à Escola (da Ponte)

Paulo M. Morais, romancista e ex-jornalista, esteve na escola que não tem campainha e não faz testes, que ensina de forma diferente há 40 anos e que é estudada em todo o mundo, e escreveu o livro Voltemos à Escola. A obra chegou às livrarias na sexta-feira passada dia 12.

“Quem ensina aprende, quem aprende descobre-se” 
A Escola da Ponte exige professores, ou melhor, orientadores educativos envolvidos, empenhados, atentos. Exige compromisso. “A história da Escola da Ponte é uma história de pessoas apaixonadas. É uma história de resistência, como tantos já disseram, mas principalmente de paixão pelas crianças, pela educação, pelo futuro”, escreve o romancista. Mas, nos dias que correm, há professores desencantados, desapaixonados da profissão que um dia escolheram. “Tentar contrariar o estado das coisas é uma tarefa exigente para a qual muitos professores julgam não possuir a energia necessária. Sentem-se desamparados, isolados, mas a Escola da Ponte é a prova de que um professor pode encontrar nos colegas, bem como nos alunos, braços amigos que o auxiliem na mudança. Talvez assim regresse a paixão pelo ensino, se volte a sentir o amor pela profissão. E quem ama o que faz vive certamente mais feliz”, sublinha Paulo M. Morais.