sexta-feira, 23 de junho de 2017

Calendário escolar 2017/2018

Foi publicado no dia 22 de Junho de 2017 o Despacho n.º 5458-A/2017 – Diário da República n.º 119/2017, 1º Suplemento, Série II de 2017-06-22 que determina a aprovação dos calendários, para o ano letivo de 2017-2018, dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, dos estabelecimentos particulares de ensino especial, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário.




segunda-feira, 19 de junho de 2017

Os testes servem para replicar conteúdos...

O IAVE analisou desempenhos de alunos do secundário nos exames nacionais aplicados entre 2010 e 2016. As maiores dificuldades estão na capacidade de aplicar conhecimentos a novas situações e nos exercícios que fogem da rotina. O Instituto de Avaliação Educativa sugere abordagem alternativa que não passe por treinar para os testes.

Há conclusões que se destacam. Os estudantes do secundário são capazes de replicar conteúdos e aplicar estratégias de resolução rotineiras, quando é esse o objeto de avaliação. As maiores dificuldades sentem-se na capacidade de síntese, de crítica, na resolução de problemas e na capacidade de aplicar conhecimentos a novas situações. Ou seja, sobretudo nas partes que exigem operações cognitivas de nível superior. As conclusões reforçam, de certa forma, a consistência de informações de documentos anteriores, mas agora apresentam uma “maior robustez empírica”. 

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Há mais complicações no Português, na mobilização de terminologia metalinguística quando se avaliam conhecimentos no domínio do funcionamento da língua. Os desempenhos melhoram quando os conteúdos que saem nos exames foram avaliados em provas anteriores e trabalhados repetidamente em sala de aula. Na escrita, há estabilidade nos resultados que são mais fracos na forma do que no conteúdo, sobretudo nos itens de resposta restrita. 

domingo, 11 de junho de 2017

Os chumbos podem ser uma oportunidade...


Estudo conclui que o défice de competências na leitura é a principal causa dos chumbos no 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico. A maioria dos professores inquiridos refere que as repetências têm vantagens na consolidação das aprendizagens. A desmotivação dos alunos é o maior problema.
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Os autores do estudo fazem algumas recomendações. Desde logo, afirmam que é fundamental reconhecer que há um problema no ensino da leitura, que tem uma expressão preocupante nos primeiros anos de escolaridade e que os seus efeitos negativos se prolongam nos percursos escolares e no desempenho dos alunos. A palavra de ordem é prevenir, ou seja, identificar os problemas de aprendizagem, diagnosticar, conhecer para intervir precocemente. 


Há várias ferramentas à disposição de quem ensina como a rede de bibliotecas e o Plano Nacional de Leitura, que podem ajudar em dinâmicas de apoio às escolas e aos professores nas atividades relacionadas com a leitura. Por outro lado, sugere-se no estudo que é importante desenvolver instrumentos de diagnóstico e de intervenção precoce com base em experiências e projetos que já existam nas escolas, bem como acompanhar, de forma continuada, os agrupamentos com elevados níveis de insucesso nos primeiros anos de aprendizagem, incentivando a definição de estratégias e de planos de ação para resolver problemas. Debater a questão das repetências em vários setores da sociedade também é importante. 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Juntar e reduzir um PDF

Nas reuniões mensais foram apresentadas duas ferramentas que permitem reduzir o tamanho do pdf e juntar dois ou mais pdf(s) num só:







segunda-feira, 29 de maio de 2017

13º Encontro Lusófono da Trofa

Representei a Rede de Bibliotecas Escolares, no dia 27 de maio, na sessão de abertura do 13º Encontro Lusófono de Literatura Infanto-Juvenil / XVII Feira do Livro




terça-feira, 23 de maio de 2017

terça-feira, 16 de maio de 2017

Voltemos à Escola (da Ponte)

Paulo M. Morais, romancista e ex-jornalista, esteve na escola que não tem campainha e não faz testes, que ensina de forma diferente há 40 anos e que é estudada em todo o mundo, e escreveu o livro Voltemos à Escola. A obra chegou às livrarias na sexta-feira passada dia 12.

“Quem ensina aprende, quem aprende descobre-se” 
A Escola da Ponte exige professores, ou melhor, orientadores educativos envolvidos, empenhados, atentos. Exige compromisso. “A história da Escola da Ponte é uma história de pessoas apaixonadas. É uma história de resistência, como tantos já disseram, mas principalmente de paixão pelas crianças, pela educação, pelo futuro”, escreve o romancista. Mas, nos dias que correm, há professores desencantados, desapaixonados da profissão que um dia escolheram. “Tentar contrariar o estado das coisas é uma tarefa exigente para a qual muitos professores julgam não possuir a energia necessária. Sentem-se desamparados, isolados, mas a Escola da Ponte é a prova de que um professor pode encontrar nos colegas, bem como nos alunos, braços amigos que o auxiliem na mudança. Talvez assim regresse a paixão pelo ensino, se volte a sentir o amor pela profissão. E quem ama o que faz vive certamente mais feliz”, sublinha Paulo M. Morais. 

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Autonomia a flexibilidade

Documento apresentado no dia 2 de maio, em Coimbra, aos diretores dos agrupamentos pelo secretário de estado da educação João Costa.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Sala de Aula do Futuro em Barcelos

Participei, ontem, no Seminário Nacional - "A Sala do Futuro: perspetivas, desenhos e outras tentações", que decorreu no Teatro Gil Vicente em Barcelos.

Este seminário foi uma iniciativa da Escola Básica e Secundária de Vila Cova e contou com o apoio do IE da Universidade do Minho, do Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Barcelos e Esposende e Câmara Municipal de Barcelos.